quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Dicas de Moda




Decisões De Moda

Para o Início do Ano



Um ano, quando está começando, sempre traz esperança de coisa boas. A possibilidade de começar do zero nos deixa leves e livres, sem ter de remoer remorsos ou repetir os mesmos erros. Dá aquela vontade de consertar tudo.

A coluna Dicas de Moda, com o espírito renovado, selecionou Dez Decisões de Ano Novo que toda garota fashion deveria tomar.

Dez decisões fashion para o início do ano

por Mariana Rocha

  • Livrar-se das peças que não usa mais
Seja para circular a energia, segundo pregam as crenças orientais, seja para abrir espaço para o novo, segundo as minhas próprias, ou até mesmo para lhe colocar na real e mostrar de verdade com o que você pode contar no seu guarda-roupa, o início do ano é o momento ideal para se livrar do que não serve mais para você. Aproveite a empolgação para dar uma geral no seu armário e se livrar do que você não usou no último verão. Roupa apertada? Fora de moda? Não perca seu tempo com dúvidas, passe-as para frente. A roupa não te veste bem? Precisa de conserto? Não se iluda, dê fim ao que fica no meio do caminho. Se a roupa é boa, mas você não tem nada que combine com ela separe e passe para a decisão de número 2.
  • Planejar seu guarda-roupa
Depois de experimentar suas roupas, vá compondo looks e os registre com sua câmera. Não se esqueça de combinar os acessórios: calçados, bijuterias, cintos, bolsas. Dê uma fuçada nas gavetas para achar aquele lenço tão bonito e que você sempre esquece de usar. Classifique por ocasião de uso: trabalho, fim de semana, festa formal, balada, academia, esporte, praia, enfim, as diversas atividades da sua vida. Organize as peças no seu armário conforme essas atividades e aproveite o espaço que sobrou para acomodar melhor o que é legal, mas estava escondido. Faça um levantamento das peças que faltam para fechar os looks da sua coleção pessoal: sapato para festa chique, top para academia, calça ou saia para combinar com uma blusa incrível que ganhou de Natal. Anote o que está sem par ou faltando em um caderno, que vai funcionar como um guia para as próximas compras. Imprima os looks legais que você fotografou, faça um bloco espiralado e deixe dentro do armário para os dias de pouca inspiração.
  • Não surtar em liquidações
Depois dessa operação, você estará pronta para ir às liquidações sem surtar. Ao invés de despejar sua ansiedade em compras impensadas, leve seu caderno para as lojas, não sem antes fazer uma conta para ver quanto você pode gastar. Faça uma compra pensada, bem feita, que vai te deixar superorgulhosa, sem passar do orçamento e consultando a lista para completar sua coleção.
  • Sempre experimentar, mesmo em liquidações
Aproveite que está mais descansada e vá para as liquidações com calma. Experimente todas as peças, olhe as costas, sente e levante e, se estiver comprando calçados, vista os dois pés e caminhe pela loja. Só compre o que servir, ficar bonito em você agora e completar os seus looks. Não compre nada que você não saiba como ou com o que usar.
  • Comprar pensando na qualidade
Examine bem a peça que está levando. Veja se não tem defeito, manchas ou furos. Saiba que isso é bem comum. Sinta o tecido com as mãos, veja se é agradável. Leia a composição do tecido, normalmente as peças de fibras naturais, como algodão, seda e linho, são melhores. Desconfie do poliéster, que, se não for uma microfibra incrível, esquenta muito. Acredite, existem marcas famosas que misturam poliéster ao algodão das camisetas para aumentar seu lucro, e quem paga o pato é você. Ridículo. Verifique se as costuras estão bem feitas, retinhas. Não ceda ao impulso, que faz parte do seu passado. Só compre se a peça for de qualidade.
  • Não comprar à toa
Às vezes, a gente compra só porque é barato, porque serviu ou porque está na moda. Pese sua compra com parcimônia: você precisa mesmo de mais uma bolsa? Essa cor nude realmente combina com você? Será que ainda é tempo para usar a saruel? Só compre o que você realmente quiser ou precisar. Seja razoável e ecológica, ser consumista é cafona.
  • Antecipar-se às festas importantes
Tem algum casamento marcado para o começo do ano? Festa de formatura? Alguma ocasião especial? Dedique o mês de janeiro, quando a cidade está mais vazia e todo mundo mais tranqüilo, para criar um look de arrasar, pesquisando as liquidações disponíveis. Já deixe vestido, bolsa, sandália, joias ou bijuterias preparados para não surtar na hora da correria. Fique esperta e agende já o cabeleireiro.
  • Fazer uma bela coleção de camisolas e lingeries
Se já faz um tempo que você não está dando muita atenção à sua roupa íntima, já é hora de se cuidar. A coisa mais feia é calcinha com elástico quebrado, pijama desbotado ou sutiã velho. Tenha atitude e se desfaça de toda a velharia íntima que ainda tenha sobrado nas suas gavetas. Ano novo, vida nova.
  • Cuidar de suas peças boas
Para que as roupas novas, nas quais investiu um bom dinheiro, se comportem bem, é preciso cuidar delas com carinho. Quando usá-las, pendure no cabide ao invés de embolá-las em um canto do quarto – hei, vida nova, lembra? -; nunca as guarde usadas e verifique com atenção as instruções de lavagem. Para as peças especiais, compre capas de tecido (plástico não é bom, pois a peça pode mofar), cabides estruturados e pague um bom tintureiro de confiança para as lavagens a seco. Guarde os sapatos limpos e quando necessário, engraxados, nas caixas e leve ao sapateiro sempre que preciso, para não destruí-los antes do tempo.
  • Finalmente: usar a moda, sem ser usada por ela
A moda é um artifício da nossa civilização, que tem diversas funções. Classificação, exclusão e atualização são algumas delas. Percebo que muitas pessoas sentem-se inferiorizadas por não dominar alguns códigos da moda. Pois não se assuste, a moda é mais uma linguagem produzida por nós mesmos para nos sentirmos civilizados, sexies e poderosos. Se você gosta de moda ou precisa se vestir bem, não se intimide: leia revistas, leia a nossa coluna, é claro, assista aos desfiles, informe-se. Entre nas lojas, veja e experimente as roupas, todos têm direito. Compre só o que gostar e ficar bem em você e não gaste fortunas que não tem, não é necessário. Acima de tudo, divirta-se e se lembre que a moda é feita para você.
Mariana Rocha é consultora de moda, formada e pós-graduada pela Faculdade Santa Marcelina, onde é professora e pesquisadora de moda

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A História das Lingeries




A História das Roupas de Baixo Femininas





Por CLAUDIA GARCIA

"Divulgação de várias peças e acessórios usados pelas mulheres compõem o que chamamos de lingerie, as conhecidas roupas de baixo. Formada por calcinhas, sutiãs, cintas-ligas, espartilhos e algumas outras peças, a lingerie desperta todo tipo de fantasias. Segundo Freud, a relação do erotismo com as roupas íntimas nada mais é do que o fetiche, ou feitiço. Isso acontece quando a satisfação pessoal se dá através de objetos ou ornamentos.

O cinema e as revistas também ajudaram a criar um clima de sedução e fantasia, despindo as musas de suas roupas e deixando-as apenas com suas roupas de baixo, cada vez mais bonitas e elaboradas.

A lingerie passou por uma série de transformações ao longo do tempo, acompanhando as mudanças culturais e as exigências de uma nova mulher que foi surgindo, principalmente durante o século 20. A evolução tecnológica possibilitou o surgimento de novos materiais, que tornou a lingerie mais confortável e durável, duas exigências da vida moderna.


Desde o tempo das vestes longas, usadas até pouco depois da Idade Média, passando pela ostentação dos séculos 17 e 18, quando era usado um verdadeiro arsenal de acessórios por baixo das grandes saias femininas, até o início do século 20, a mulher sofreu horrores em nome da beleza e da satisfação masculina.

Os espartilhos, usados por mais de quatro séculos, causava sérios problemas à saúde, além do desconforto e da obrigação de ostentar uma "cinturinha de vespa". Os seios, foco da atenção por muito tempo, eram forçados para cima através dos cordões apertadíssimos dos espartilhos. Também as calcinhas, como são atualmente, passaram por drásticas mudanças. No século 19, eram usadas ceroulas, que iam até abaixo dos joelhos. O surgimento da lycra e do nylon permitiu uma série de inovações em sua confecção, que possibilitou até a criação de um modelo curioso nos anos 90: uma calcinha com bumbum falso, que contém um enchimento de espuma de nylon de vários tamanhos e modelagens.

Um acessório sensual muito usado na década de 20 foi a cinta-liga, criada para segurar as meias 7/8. Dançarinas do Charleston exibiam suas cintas-ligas por baixo das saias de franjas, enquanto se sacudiam ao som frenético das jazz-bands. Ainda nos anos 30, a cinta-liga era o único acessório disponível para prender as meias das mulheres, que só tiveram as meias-calças à sua disposição a partir da década de 40, com a invenção do náilon em 1935.

Espartilhos, meias de seda 7/8, ligas avulsas presas às cintas, continuaram sendo usados por muitas mulheres, mas não mais por uma imposição ou falta de opções, mas por uma questão de estilo ou fetiche, já que esses acessórios se tornaram símbolos de erotismo e sensualidade na sociedade ocidental.

A lingerie atravessou o século 20 sempre acompanhando a moda e as mudanças de comportamento. Quando a moda eram roupas justas e cinturas marcadas, lá estava o sutiã com armações de metal, cintas e corpetes para moldar o corpo feminino. Na década de 60, com a revolução sexual, o sutiã chegou até a ser queimado em praça pública, num ato pela liberdade feminina. Uma geração de mulheres afirmava, em 1980, não usar nada por baixo das camisetas ou de seus jeans, mas os tempos mudaram e a moda trouxe tantas novidades em cores, materiais e estilos, indo do esportivo todo em algodão, ao mais sofisticado modelo em rendas e fitas, que as mulheres chegaram a gastar mais em roupas de baixo do que em qualquer outro item de guarda-roupa ainda durante os anos 80.

É possível encontrar no mercado desde o espartilho no mais clássico modelo renascentista até o sutiã mais moderno, recheado de silicone, a última novidade."

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Caro Cuore Brasil...

Caro Cuore Brasil...






A Caro Cuore é uma marca argentina criada em meados dos anos 80, à principio um investimento intimista.

Logo no inicio foi conquistando milhares de mulheres, primeiro as argentinas, e em poucos anos já abraçava os quatro cantos do mundo.

Devido ao seu conforto inconfundível, beleza e qualidade, não demorou muito para Caro Cuore cair no bom gosto de mulheres de todas as nacionalidades que prezam pelo melhor!!!

É uma marca com atitude, que acompanha as tendências internacionais da moda por ser sinônimo de sensualidade e de conforto.

Desde 1980 a Caro Cuore lidera a preferência no mercado de roupa íntima femininas na Argentina. A Caro Cuore tem qualidade reconhecida a nível internacional. Os artigos de Caro Cuore são feitos com as melhores matérias- primas do mundo que tem origem da Itália, França e da Inglatera, entre outro países.


Com 300 pontos de venda na Argentina, 22 que franquias e mais de 50 pontos de venda no exterior são 30 anos de trajetória, dedicados ao projeto e a produção de roupa íntima.



A Caro Cuore tem lojas espalhadas por mais de 15 países do mundo, agradando mulheres de diferentes culturas e realidades, simplesmente porque é competente no que faz e AMA o que faz! Caro Cuore no mundo: Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai, México, Bolívia, USA, Costa Rica, Equador, Peru, Zimbabwe, Venezuela, Portugal, Espanha e Inglaterra.